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quarta-feira, 10 de abril de 2013

NARUTO SHIPPUDEN


NARUTO SHIPPUDEN  ULTIMATE NINJA STORM 3



CONSIDERAÇÂO
Não se deixe enganar pela nota: "Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm 3" é obrigatório aos fãs do anime ou mangá. Sua enorme gama de personagens e o estilo de luta contra chefes, que ficou muito famoso desde o início dessa franquia, divertem muito e ocuparão o seu tempo por, no mínimo, 20 horas.

Pontos negativos como a campanha entediante ou a fraca implementação de modalidades ao longo da história são relevantes e tiveram um peso considerável para a redução da nota final. Mas o fator que realmente fez diferença foi a péssima tradução para o português.

Erros como "vc" no lugar de "você" ou "inventário aberto" em vez de "abrir inventário", mostram a total falta de atenção e respeito por parte da Namco Bandai. Os erros são tão constantes e problemáticos que até impedem o jogador de compreender objetivos ou como ativar poderes especiais. Uma atualização poderá até reverter o erro, mas não mudará o resultado final desta análise.

Fica aqui um aviso às produtoras e aos desenvolvedores: se quiserem traduzir ou dublar algum jogo para o português, não sigam o exemplo da Namco Bandai e contratem empresas sérias de dublagem ou tradução. O Brasil possui um grande mercado consumidor e merece mais respeito.


INTRUDUÇÂO

Naruto Shippuden Ultimate Ninja Storm 3" é uma transformação completa do anime e mangá em videogame, além de se ambientar diretamente após os acontecimentos de seu antecessor "Storm 2".
Em meio à turbulenta guerra criada pelo suposto vilão Madara (ou Tobi), Naruto busca a ajuda de Killer Bee para controlar a poderosa Kyuubi, uma aliança ninja entre os cinco países é formada e Sasuke decide vingar o sofrimento de seu irmão Itachi contra a Vila Oculta da Folha.

De maneira geral, o game mantém a fórmula que fez tanto sucesso nos episódios anteriores, com bonito visual em estilo desenho animado, lutas cheias de golpes e liberdade de movimentação pelo cenário e dezenas de personagens para controlar.

PONTO POSITIVOS
  • Infinidade de personagens
  • Por unir os ninjas de todos os países em razão da Quarta Guerra, "Storm 3" apresenta uma variedade incrível de personagens para controlar. São 80 lutadores completamente diferentes, incluindo os cinco Kages atuais, o samurai Mifune e grande parte dos ninjas revividos por Kabuto durante o conflito.

    Com tantos guerreiros em mãos, os jogadores podem fazer inúmeras combinações em partidas online, controlando um personagem principal e dois outros de suporte, misturando técnicas ofensivas, neutras e defensivas. Só é uma pena que nem todos os personagens mais jovens da primeira temporada de Naruto estejam no game como em "Ultimate Ninja Storm Generations", mas ainda assim o game irá divertir fãs do anime e de jogos de luta em geral.
  • Lutas contra chefes
  • Muito criticada pelos fãs por ter removido as famosas batalhas contra os chefes principais em "Generations", a CyberConnect2 optou por trazer a modalidade de volta em "Storm 3" e fez bonito. O modo aventura já inicia com a batalha de Minato e Sarutobi contra a Kyuubi, apresentando combates comuns misturados com essa divertida interface contra o chefão.

    Além dela, muitas outras lutas do tipo ocorrem ao longo dos 10 capítulos da campanha, cada uma com estilos próprios e maneiras completamente diferentes de derrotar o oponente. Estas são, de longe, as batalhas mais divertidas de "Storm 3" e resgatam o brilho e o drama da série Naruto.
  • Fan service
  • Não há como negar que jogos derivados de animes ou mangás sejam criados para atingir o mesmo público fanático pelas séries. O mesmo ocorre aqui, mas de maneira especial: praticamente toda a história da Quarta Guerra Ninja, incluindo os diálogos mais importantes, foram transportados ao game. Isso significa que os fãs terão a chance de assistir mais uma vez a todos os acontecimentos principais dublados em japonês ou inglês.

    Dessa maneira, "Storm 3" se aproxima muito mais do anime em relação aos seus antecessores, tomando muito cuidado também em tornar cada personagem único, mantendo as suas habilidades intactas em vez de generalizar as técnicas de ninjas menos importantes (como Kiba, Hinata e Shino, por exemplo). Controlar os cinco Kages e vários dos lutadores revividos por Kabuto durante a guerra é outro presente incrível tanto na campanha quanto nas lutas online.

    PONTOS NEGATIVOS
    • Campanha entediante
    • Ao mesmo tempo em que "Storm 3" é divertido aos fãs por trazer praticamente todo o anime e seus diálogos ao game, essa mesma característica é também o seu maior defeito. Imagine você, fã de Naruto que, assim como eu, já assistiu ao anime inteiro e até já antecipou boa parte da história conferindo o mangá. Será que você vai ter vontade de acompanhar tudo outra vez? Quando digo tudo, me refiro às principais conversas entre personagens, discussões intermináveis ou até diálogos completamente descartáveis.

      A CyberConnect2 se preocupou tanto em contar a história nos mínimos detalhes que se esqueceu de dar ritmo ao jogo. Há capítulos em que você ficará um bom tempo assistindo ao anime para lutar apenas uma ou duas vezes. É frustrante comprar um game de luta e passar boa parte dele sentado no sofá, quase dormindo.

      Mas é para isso que os famosos "Skips" (pulos) existem, não é mesmo? O problema é que eles foram tão mal introduzidos em "Storm 3" que muitas vezes você será obrigado a pular o mesmo trecho de conversa umas cinco vezes até conseguir chegar na batalha desejada. E a cada "Skip" usado, uma tela de loading aparecerá para complicar ainda mais o problema. Esses carregamentos, aliás, estão presentes em boa parte do jogo, inclusive na tela de Start quando você quiser consultar seus itens, por exemplo.

      Aos jogadores menos habituados ao anime, a história provavelmente irá entreter bastante, mas a falta de batalhas durante a campanha certamente irá cansar boa parte deles. Faltou mesmo uma mecânica de "Skip" mais eficiente e menor quantidade de carregamentos.
    • Liberdade confusa
    • Em "Storm 2" era divertido passear pela Vila Oculta da Folha entre uma missão e outra para coletar itens ou até ajudar outros personagens em troca de recompensas. Como a história se concentrava mais em Konoha, fazia muito sentido possuir essa liberdade. Porém, com a chegada da Quarta Guerra Ninja e a fragmentação da história em diferentes pontos do mundo, esse mesmo conceito mudou de figura.

      O problema é que em vez de tentar adaptar a modalidade tão usada no título anterior com esse novo trecho de história, a CyberConnect2 decidiu transportar o mesmo sistema praticamente intacto para "Storm 3". O resultado é uma campanha confusa em que você irá assistir a um trecho do anime, recuperar o controle de Naruto, dar alguns passos e ser interrompido novamente por uma cena de diálogo. Fica a dúvida se era realmente necessário ter que controlar o personagem pelo mapa se o foco principal do jogo é apenas contar a história.

      No fim da campanha, porém, o jogador pode andar novamente por todos os ambientes em que lutou, realizando assim as missões extras que ficaram incompletas. Mas qual a graça de completá-las se não há mais nada de interessante para acontecer na história? Mesmo que o intuito seja conseguir todos os troféus ou conquistas, o que resta no modo aventura é tão raso que quebra qualquer tipo de divertimento.
    • Novidade descartável
    • Uma novidade ousada da CyberConnect2 foi adicionar um modo de luta bastante parecido a títulos como "Dynasty Warriors", no qual a batalha ocorre contra vários oponentes ao mesmo tempo, espalhados por um mesmo cenário. Talvez essa tenha sido uma saída para elevar a ação da campanha ou até para atrair um público maior. Mas infelizmente a novidade acabou sendo pouco usada e até mesmo confunde jogadores já habituados ao tradicional estilo da franquia "Storm".

      Outro fator negativo está nos próprios defeitos desse modo de luta: além de não conseguir enxergar todos os oponentes, você se confundirá bastante com o estranho sistema de mira. Em uma das lutas finais da campanha é preciso lutar contra vários inimigos fortes revividos por Kabuto utilizando esse modo e é impressionante como fica difícil conseguir passar de fase justamente pelos defeitos anteriores.

    • Tradução horrível para português
    • Se o seu console estiver configurado na língua portuguesa, prepare-se para sentir vergonha e raiva da tradução de "Storm 3". "Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm 3" possui a pior tradução para português que já vi em um game.

      Pequenos erros em trechos aleatórios são completamente aceitáveis e podem muito bem ser corrigidos com uma atualização, mas em "Storm 3" o trabalho de tradução precisa ser refeito por completo. Em praticamente todos os diálogos há algum erro grave e, para não generalizar, vou citar os que mais me impressionaram: uso constante de "vc" no lugar de "você"; repetição absurda de uma mesma palavra em explicações de ajuda; tradução de "open inventory" (ou "abrir o inventário") para "inventário aberto" no início de todas as batalhas; "empurrar" ou "imprensar" em vez de "apertar" ou "pressionar" um determinado botão; "my, my, my", bastante utilizado na língua inglesa, virou "meu meu meu", como se fosse muito comum aqui; "company", que no contexto de guerra deveria virar "brigada", se tornou "empresa"; e vários outros.

      Muitos podem defender a Namco Bandai, dizendo que ao menos ela tentou dar maior importância ao Brasil e por isso poderia ser desculpada. Porém, acho o seguinte: se uma empresa decide traduzir seu jogo para o português, o mínimo que se espera é respeito com a nossa língua. Em vez de colocar no mercado um produto com essas falhas, era melhor deixar mesmo em inglês e evitar tamanha vergonha.

      Tudo parece feito na correria. Ouvi pessoas defendendo o trabalho dos tradutores, alegando que muitas vezes as produtoras como a Namco Bandai podem muito bem ter enviado arquivos e mais arquivos de texto puro sem ao menos explicar como tudo deveria ser feito. É, pode até ser que isso tenha ocorrido, mas trocar "você" por "vc" não é justificável.

      Em diversos momentos durante a campanha, não consegui entender como poderia ativar um determinado poder, já que a explicação em português era incompreensível. Alguns efeitos de itens também não escaparam dos erros, como por exemplo os Bolinhos de Gergelim: "Equipe taxa de aumento med. impulsiona batalha seg. (Baixo) + HP max!". Deu para entender algo? Foram tantos os erros que fui obrigado a mudar o idioma do meu console para inglês para prosseguir no jogo sem confusão.

      Até a publicação desta análise, a Namco Bandai não se pronunciou em relação ao problema. Será que teremos um pedido de desculpas ou vai ficar por isso mesmo?




Mega Man quase estrelou seu próprio FPS


O site Polygon divulgou nesta semana alguns vídeos de “Maverick Hunter”, como estava sendo chamado um estranho FPS estrelado por Mega Man. O game estava sendo desenvolvido pelo Armature Studio – responsável por Metroid Prime, outra controversa transposição de um clássico para o gênero, mas que se tornou um sucesso após o lançamento.
De acordo com a matéria do Polygon, o jogo foi abandonado pela empresa após Keiji Inafune, produtor da série, ter saído da Capcom em 2010. Até o momento, nem a Armature nem a Capcom declararam-se a respeito do jogo.
Fonte: Polygon

GTA IV


Modificação transforma GTA IV em jogo do Homem de Ferro


O filme Homem de Ferro 3 deve chegar aos cinemas em breve, mas quiser jogar “Iron Man IV”, pode começar já. O game é uma modificação para o jogo Grand Theft Auto IV, e vai colocar você no controle do herói.
A modificação inclui diversos tipos de armaduras diferentes e até mesmo uma interface completamente nova. Além de tudo isso, a equipe incluiu o próprio Stan Lee (criador do Homem de Ferro) como um personagem jogável.
A melhor parte da modificação é que você terá ao seu dispor todo o arsenal bélico do herói, o que inclui metralhadoras, raios repulsores e, o melhor de tudo: é possível voar e enfrentar inimigos em épicas batalhas aéreas.

Batman: Arkham Origins tem site oficial e 15 imagens revelados

Fonte da imagem: GameInformer
Fãs do Cavaleiro das Trevas já começam a contagem regressiva para o final de outubro deste ano, quando chega às lojas a nova aventura do super-herói mais sombrio da DC Comics. EmBatman: Arkham Origins, o Homem-Morcego tem a sua vez de contar um pouco sobre as origens de sua saga e aos poucos novas informações começam a surgir.
Dessa vez, o site GameInformer trouxe um pacotão com 15 imagens do jogo, mostrando não apenas screenshots, mas também algumas artes conceituais de cenário e de três personagens. O que se vê nas imagens é o de sempre: Batman resolvendo alguns problemas com a máfia e alguma pancadaria.
Site oficial está no ar
Outra novidade para os fãs da franquia Arkham é o lançamento da página oficial do novo jogo na web. Acessando www.batmanarkhamorigins.com, é possível ler uma sinopse rápida sobre o jogo, acessar o comunicado de imprensa, fazer a pré-compra do jogo e, por fim, cadastrar seu email para receber todas as novidades do título.
Batman: Arkham Origins será lançado em 25 de outubro para PC, Xbox 360, PlayStation 3 e Wii U. Uma versão exclusiva para portáteis, Batman: Arkham Origins Blackgate, será lançada para PS Vita e Nintendo 3DS.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Deadpool


Deadpool:The Game

Deadpool: The Game é um título que foi anunciado na Comic-Con 2012 durante uma interrupção feita pelo adorado mercenário vermelho. A High Moon Studios, famosa pela série dos robôs extraterrestres Transformers, é a responsável pela produção do game, em parceria com a Marvel e com a Activision.
Se você conhece Deadpool, você sabe que toda a série de histórias do anti-herói é permeada por muita violência desnecessária. Partindo dessa premissa e conferindo o andamento do primeiro trailer da vindoura obra, podemos esperar muita (mas muita) violência — do tipo “engraçada”. Prova disso são as frequentes cenas nas quais o mercenário com Fator X está decepando a cabeça dos bandidos da Hidra... 
Veja o resto na pagina sobre alguns jogos.





domingo, 7 de abril de 2013



Watch Dogs e Assassin’s Creed 4 podem precisar de conexão constante

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Os DRMs de alguns games para PC exigem uma conexão constante com a internet para serem executados. E agora parece que essa exigência está chegando aos consoles, não como método de combate à pirataria, mas como exigência de jogabilidade. É o que os novos rumores afirmam sobre Watch Dogs e Assassin’s Creed IV.
De acordo com SuperAnnuation, o famoso “vazador” de informações da indústria de games, os dois próximos blockbusters da Ubisoft obrigarão o jogador a estarem conectados durante todo o tempo. Ele não cita as fontes dessa informação nem dá mais detalhes sobre o assunto, apenas questiona a necessidade de algo assim em um título da franquia dos assassinos.
A Ubisoft, por enquanto, não se pronunciou sobre o assunto.

Preview GTA V

Em Grand Theft Auto V, a Rockstar marca o retorno a Los Santos em um de seus projetos mais ambiciosos graças a uma área de jogo maior que a de Grand theft Auto IV, Red Dead Redemption e Grand Theft Auto: San Andreas juntos e uma campanha com três protagonistas simultâneos.

Na pele de Michael (criminoso aposentado que acaba retornando à vida de crimes), Trevor (antigo companheiro de bandidagem de Michael e psicopata) e Franklin (faz-tudo iniciante no crime), os jogadores encontram em Grand Theft Auto V uma trama digna da Rockstar totalmente centrada em assaltos a banco.

O game também inova por permitir que cada personagem siga com a sua vida quando o jogador está no controle de seus companheiros. Desse modo, a companhia consegue um nível de imersão totalmente novo ao gênero.

GTA V será lançado dia 17/09/13

sábado, 6 de abril de 2013


Minecraft para PC atinge 10 milhões de cópias vendidas; versão para Xbox 360 ainda sofre com bugs


Todos nós sabemos que Minecraft é um dos jogos mais populares da história. Recentemente, a versão para PC atingiu a marca de 10 milhões de cópias vendidas, e, para comemorar, a desenvolvedora Mojang resolveu divulgar uma “dica sutil” sobre as novidades que estarão presentes na próxima atualização do título.
Através de seu perfil na rede de microblogging Twitter, Jens Bergensten (líder de desenvolvimento responsável pelo game) publicou a enigmática imagem que abre esta notícia acompanhada de um pequeno texto de agradecimento. “Minecraft (PC) alcançou os 10M! Como prometido, uma dica sutil das principais novidades da versão 1.6 (obrigado @ebbakier) :D”.
Ainda não sabemos direito como interpretar a fotografia e relacioná-la com o jogo, mas os fãs interagiram com o produtor nas redes sociais e se mostraram bastante animados com a novidade. E você, o que achou?
Enquanto isto, no Xbox 360
Por outro lado, a situação não anda tão feliz para quem é dono de um Xbox 360. A versão para o console da Microsoft sofre com bugs e travamentos decorrentes da última atualização liberada nesta quinta-feira (4). Apelidado de TU9, o update causou problemas para os jogadores que tentavam carregar seus perfis salvos através da LIVE Silver.
De acordo com a desenvolvedora – que atualmente está trabalhando para consertar os bugs –, o erro pode ser contornado utilizando uma conexão cabeada no lugar do WiFi. Se ainda assim o problema persistir, basta tirar e reconectar o cabo ethernet no console.

prévia de Call of Duty: Black Ops 2


Activision libera uma prévia de Call of Duty: Black Ops 2 – Uprising [vídeo]



Após os rumores de sempre e vazamentos de cartazes e imagens promocionais, a Activision liberou uma prévia de Uprising, o novo DLC de Call of Duty: Black Ops 2. Com lançamento previsto para o dia 16 de abril no Xbox 360, o conteúdo é o mais focado nos fãs até agora, afirma David Vonderhaar, diretor de design do título.
O pacote traz quatro novos mapas:
  • Magma, um vulcão em erupção no centro de uma cidade;
  • Encore, um teatro a céu aberto em Londres;
  • Vertigo, que acontece no topo de um arranha-céu na Índia; e
  • Studio, um set de cinema em Los Angeles que é uma reimaginação da clássica arena Firing Range.
Além disso, o modo Mob of the Dead, um novo modo para o extra Zombies, faz sua estreia em Alcatraz, a clássica ilha-prisão. Atores de Hollywood estão de volta como os personagens e os escolhidos da vez são Chazz Palminteri, Joey Pantoliano, Michael Madsen e Ray Liotta. E como já dá para imaginar, a ideia aqui é, mais uma vez, imitar um filme de horror.

Fast & Furious


Fast & Furious: Showdown chega em maio para consoles


Após muitos rumores e especulações, a Activision finalmente confirmou o lançamento de Fast & Furious: Showdown, game que chega em 22 de maio para promover o filme “Velozes e Furiosos 6”. De acordo com a descrição oficial, o game contará com os “melhores carros e corridas em locais épicos ao redor do mundo”.
Modo cooperativo para dois jogadores e um Challenge Mode, com leaderboards online, também fazem parte do jogo, que estará disponível para PlayStation 3, Xbox 360, Nintendo 3DS e Wii U. Além, é claro, do tuning, o principal motivo que ainda leva as pessoas ao cinema a cada novo lançamento da franquia

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Star Wars 1313


Star Wars 1313 ia ter Boba Fett como protagonista

m dos primeiros boatos de Star Wars 1313, antes mesmo de seu anúncio oficial, era a possibilidade de um game protagonizado por Boba Fett, o caçador de recompensas visto na trilogia original da série. E agora, com o fechamento da LucasArts, veio a informação de que um dos conceitos abandonados do jogo era realmente sobre o personagem.
O projeto é do ano passado e data de poucas semanas antes da E3 2012. Após diversas mudanças de foco, descartes de material e reinícios, o próprio criador da saga intergaláctica, George Lucas, pediu à produtora que o game fosse focado em Boba Fett. Artes conceituais chegaram a ser criadas e podem ser vistas ao longo desta notícia.
Fonte da imagem: Reprodução/Kotaku
De acordo com as informações não confirmadas oficialmente e liberadas pelo Kotaku, o desenvolvimento de Star Wars 1313 estava em hiato desde o início do último trimestre de 2012, já prenunciando os problemas da LucasArts. Com o fechamento do estúdio, as chances de que o game volte pelas mãos de outra produtora são muito pequenas.

História do minecraft


O mundo de Minecraft era habitado por muitas pessoas, viviam em paz e harmonia... Geralmente, haviam vilas formadas ao redor de grandes cidades, castelos com muralhas que viam de guerras passadas. Em si, nada de mal havia no mundo, e tudo era sossego...
  As pessoas podiam coletar recursos, construir suas casas, juntar um grupo e formar sua pequena vila...           Bem, isso durou até que por muito tempo até que foi descoberto um novo material, foi nomeado como Obsidian e até as bombas de TNT que eram uma das tecnologias destrutivas mais avançadas na época podiam destruí-lo. Até que com uma picareta de diamante, pode-se coletá-lo, ainda que com muito esforço.
  O Obsidian coletado foi levado ao palácio do Rei daquele lugar, e lá formaram um muro pequeno para proteger o castelo principal, e com uma abertura no centro de 2 blocos de largura por 3 de altura... Aproveitando a nobreza do material, testaram diferentes materiais contra o muro, e ao tentarem fogo ele acendeu e uma energia de coloração roxa surgiu-se, e com ela, pragas afetavam à todos."
  Na tentativa de destruir o portal, os mais sábios daquela nação se juntaram com magos e ícones misticos e criaram uma espécie de monstro explosivo que seria controlado para explodir o portal e cancelar a formação de energia, o nome dado à criatura era Creeper. Mas, a fera se revoltou contra seus criadores e fugiu para as cavernas... Lá o musgo dele começou à se espalhar com a das paredes formando uma raça mais poderosa de Creepers, e dos restos deles surgiam criaturas gosmentas chamadas Smiles.
  Estas duas raças começaram à atacar a população, que se defendiam mas, nas pequenas vilas, eram alvos fáceis.
  Das almas destes mortos que começavam à ser sugadas pelo portal, nasceram duas espécies novas de monstros totalmente descomunais e fortes, os Endermans (nome dado por representarem o fim das civilizações) e o Ghast (uma junção de várias almas que podia cuspir fogo). Em relação aos Ghasts foi possível contê-los no portal, mas os Endermans se teleportavam e passaram à destruir tudo e todos, consumiam as almas das pessoas e dos restos mortificados delas, zumbis começaram à surgir, e dos que já perdiam sua carne, esqueletos. 
  Mas, ainda não havia acabado, a energia do portal afetava as lulas que criavam dentes afiados e as aranhas que ficavam maiores e venenosas. A população passou à se refugiar em abrigos, todos geralmente sozinhos para não atraírem atenção. E das bolas de fogo do Ghast nasceram criaturas de lava, e dos porcos mortos nasciam Porcos humanoides.
  Após o encerramento da guerra entre criaturas e pessoas, você perde parte da memória e fica perdido numa praia, possivelmente havia sido atacado quando tentara fugir com um barco ou algo do tipo e fora arrastado pela correnteza. Em um dos poucos sobreviventes e o único humano que não foi afetado ou teve sua imagem distorcida pela energia. você se lembra que ainda existem monstros e agora precisa sobreviver até poder se vingar deles, isto é, ir ao Ender e matar o Enderdragon tomando assim o controle de todos os seres. Mas, não é tudo tão simples (como se já fosse), os zumbis, esqueletos, creepers e aranhas começavam à nascer onde há escuridão e tinham sede de vê-lo morto.
  Então, é necessário se abrigar, pouco se lembra mas é preciso... 

  Herobrine:
 foi o ser que destruiu o portal, também não fora afetado pela sua energia, pelo menos na sua aparência, mas em compensação, tornou-se extremamente forte e rápido, mas não indestrutível, pois fora sacrificado pelo Endermans que retornavam à noite, foi mergulhado na lava e amaldiçoado .. Como ele já não continha mais alma, só poderia se libertar quando matasse e devorasse o corpo e alma de todos os humanos restantes.. Para que assim, ele e os demais se libertassem da Terra e dos monstros. 

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Destiny

Bungie detalha as raças e classes de Destiny





Destiny é um daqueles jogos que empolgava antes mesmo de ter suas primeiras informações reveladas. Sendo o novo projeto do estúdio que trouxe a série Halo, era óbvio que as expectativas estariam lá em cima. E a Bungie decidiu dar mais uma palhinha do que está por vir ao detalhar novos elementos deste universo que promete ser incrível.
O primeiro ponto é que o jogador poderá optar entre três raças disponíveis durante a criação de seu personagem. Os humanos são a figura padrão do jogo e serão uma espécie quase que em extinção, vivendo em grupos de sobreviventes em ruínas de grandes cidades.
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Já os Awoken são seres descritos como belos e misteriosos. As imagens conceituais liberadas pela produtora deixa clara a inspiração de criaturas da cultura popular que seguem essa linha, como vampiros, elfos e anjos.
Por outro lado, os Exo representam a parte mais cruel de Destiny, com sua fisionomia mais mecânica e sinistra. Embora não tenha sido confirmado, eles parecem seguir uma linha mais robótica e menos amigável.

Que entrem as classes
Tendo decidido qual a natureza de seu herói, você deverá decidir como ele irá atuar no estranho mundo de Destiny. Como apontado pelo site Eurogamer, o sistema de classes do jogo lembra muito a estrutura usada em MMORPGs, embora com uma pegada muito mais futurista e bem típica da Bungie.
A primeira profissão disponível é a chamada Titan, que são uma variação dos soldados espaciais clássicos da ficção-científica. Já os Hunters são aquelas figuras apresentadas nas primeiras imagens de divulgação, com mantos vermelhos e uma clara referência aos caçadores de recompensas do Velho Oeste. Pense em um Clint Eastwood espacial.
Por fim, a Bungie descreve os Warlocks como feiticeiros futuristas e que o principal desafio de criação foi encaixar o conceito de “bruxos armados” dentro do contexto futurista que o game se propõe.

Exposição em São Paulo tenta provar que os games são cultura




Todo gamer sabe que os jogos eletrônicos podem – e devem – ser considerados universalmente como um item de forte teor cultural. E mesmo que esse pensamento ainda não esteja bem formado na cabeça da maior parte dos brasileiros, há pessoas que estão dispostas a criar ações radicais para tentar mudar isto, e a mostra Play!, que está ocorrendo em São Paulo capital, é a maior prova disto.

A exposição (aberta desde o dia 25 de março e com encerramento previsto para 7 de abril) faz parte do projeto "Galeria de Arte Digital”, uma iniciativa idealizada pela Verve Cultural e adotada pela SESI-SP que visa transformar o edifício da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), localizado na Av. Paulista, em uma enorme galeria a céu aberto. O resultado foi a implantação de 26 mil clusters de LED na superfície do prédio, transformando-o em uma espécie de monitor público e de formato nada convencional.

Contudo, o destaque fica realmente para as obras em exposição. Todas as peças que fazem parte da mostra Play! são jogáveis e foram baseadas em games clássicos dos anos 80 e 90, como Enduro, Space Invaders, Tetris e PacMan, levemente alterados para mostrar aspectos da vida urbana contemporânea de uma forma mais divertida e criativa. A obra "Paulista Invaders", por exemplo, coloca o jogador na pele de um ciclista que deve sobreviver a "invasão" do trânsito violento da metrópole brasileira.
Além de promover a interação entre o público, resgatar a diversão dos antigos jogos que marcaram época e instituir um melhor uso do espaço público para divulgação de peças culturais, a exposição também procura popularizar os games como uma forma de expressão artística. Entre os artistas que assinam o catálogo da mostra, encontram-se Alberto Zanella, Andrei Thomaz, Suzete Venturelli e as equipes Midialab-UnB (Brasil), Les Liens Invisibles (Itália), Lummo (Espanha) e Mark Essen (Estados Unidos). A curadoria é da artistas plástica Marília Pasculli.

Fonte da imagem: Reprodução/Baixaki Jogos

O que o público está achando?

Em entrevista ao Baixaki Jogos, a estudante de jornalismo Ludimila Fonseca, de 23 anos, afirmou acreditar que exposições como esta são essenciais para popularização do videogame como item cultural, mas que falta incentivo financeiro por parte de órgãos públicos e privados. “É incrível, é uma intervenção que leva tudo o que estamos acostumados a ver em telas pequenas para um monitor maior, tanto no sentido de tamanho quanto de alcance do público”, comenta.

Já a vendedora Taiane, 21, estava passando pela avenida e ficou estupefata com o projeto. A jovem classifica o projeto da FIESP como um “tapa na mente” nas pessoas, que são surpreendidas no meio da avenida mais movimentada de São Paulo com obras atraentes e inovadoras, para apenas depois perceberem que aquilo são jogos eletrônicos; infelizmente encarados por muitos como um método infantil de entretenimento,

O engenheiro Felipe, 33, trabalhava perto do local e decidiu dar uma pausa em sua rotina para apreciar a exposição. “É muito interessante, são peças bastantes diferentes. A indústria dos jogos evoluiu muito, não é mais apenas pura diversão. Há muita tecnologia e criatividade nos games de hoje em dia.”
Contudo, o profissional também acredita que faltam iniciativas para tornar essa arte mais acessível ao público em geral. “Alguém precisa se mexer. Essa mostra da FIESP, por exemplo, é fruto de alguém que acreditou no potencial dos games e investiu pesado nisto”, completa.


Para jogar e apreciar
Caso você tenha se interessado, lembre-se: o edifício FIESP abrigará a mostra até dia 7 de abril. A exposição ocorre durante a noite e a madrugada, com os LEDs sendo ligados às 20h e desligados às 6h da manhã; contudo, as obras só podem ser jogadas (com o devido auxílio dos funcionários da SESI) até as 22h. Vale lembrar que os games podem ser aproveitados através de tablets emprestados pela própria equipe responsável pela exposição.

terça-feira, 2 de abril de 2013

NBA 2K13,

Quando se trata de basquete no mundo dos games, a 2K Games é detentora da franquia de maior sucesso do planeta. E a empresa pretende continuar esse seu legado de altíssima qualidade com o lançamento de NBA 2K13, que traz aos jogadores praticamente todas as alterações que os times fizeram em seus elencos para a temporada 2013.
Além disso, o game inova com o modo de criação e personalização de jogadores, que permite os gamers vivenciarem uma carreira com início no basquete universitário, passando pelos Drafts da NBA, chegando às partidas da liga principal. Há também possibilidade de pegar um jogador menos conhecido e torná-lo uma lenda do basquete mundial.
A jogabilidade de 2K13 é um pouco diferente da encontrada em seu antecessor, pois agora os gamers deverão usar o direcional analógico direito para realizarem as ações dentro das partidas. Desde fintas, firulas ou arremessos mais simples devem ser feitos utilizando combinações entre o botão superior esquerdo e o direcional.
Vale a pena conferir as novidades gráficas construídas pela 2K Games, juntamente com a qualidade de sempre exibida pelas câmeras. Vale frisar que o jogo não dispõe de tutoriais ou de explicações sobre a regra. Portanto, é necessário um conhecimento prévio das regras básicas.

Ninja Gaiden Z

Epic Games e Tecmo Koei assinam acordo para usar a Unreal Engine 3 em Yaiba: Ninja Gaiden Z

A Epic Games e a Tecmo Koei assinaram uma licença de uso da tecnologia da Unreal Engine 3 para a produção de Yaiba: Ninja Gaiden Z. A novidade será um trabalho em conjunto do Team Ninja — responsável pela franquia Ninja Gaiden — em parceria com Keiji Inafune, um dos chefões da desenvolvedora Spark Unlimited.
Tanto Inafune quanto Yosuke Hayashi, o chefe do Team Ninja, afirmaram que estão muito satisfeitos com a parceria e enfatizaram como foi rápido o processo de acordo entre as duas empresas. Durante a Game Developers Conference deste ano, a dupla revelou alguns detalhes sobre o vindouro título, que pretende dar uma nova guinada nas aventuras de Ryu Hayabusa.
De acordo com a revista Game Informer, Inafune explicou que Yaiba: Ninja Gaiden Z usará elementos que explorarão a comicidade e a estilização dos personagens. Esses artifícios são totalmente baseados em artes utilizadas em revistas em quadrinhos, o que caracteriza uma considerável inovação em toda a série ninja.

Ao que parece, o título terá sua história começando na Ucrânia, pois os desenvolvedores queriam um local um pouco fora do comum para iniciar a aventura. Também foi divulgado que o braço cibernético do protagonista deve se caracterizar como sendo um dos principais elementos para o enredo do game.
Levantando dos mortos
“Muitas pessoas só me conhecem pelo meu título de zumbis, Dead Rising. Eu acredito que o game carregue consigo um grande caráter cômico, que faz com que a proposta do jogo não seja apenas matar zumbis sem parar. Você também se diverte e dá boas gargalhadas”, afirma Inafune. E é dessa mesma maneira que o produtor pretende trabalhar com o novo Ninja Gaiden.
A demonstração exibida durante a conferência na GDC mostrou o personagem Yaba saltando por telhados e encarando zumbis com sua lâmina afiadíssima, em uma arte bem ao estilo de Marvel Vs. Capcom 3. A Tecmo deve revelar mais informações sobre Yaiba: Ninja Gaiden Z já no decorrer deste mês. Continue ligado para não perder nenhuma novidade sobre seus ninjas preferidos.

segunda-feira, 1 de abril de 2013


Quando Beyond: Two Souls foi revelado na E3 2012, o mundo já sabia o que esperar do novo jogo da Quantic Dream. A empresa, responsável por games como Indigo Prophecy (também conhecido como Fahrenheit) e Heavy Rain, sempre apresentou jogos que gostam de beber na fonte do cinema, mostrando histórias mais voltadas para o psicológico do que para a ação desenfreada.
Com as primeiras demonstrações de Beyond para a imprensa especializada, já é possível dizer que as expectativas em relação ao título não só estão certas como podem ser superadas com facilidade.
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Em uma apresentação em Paris, David Cage, o diretor do jogo, respondeu algumas perguntas e revelou um pouco mais do título, que pode ser um dos mais impressionantes na história do PlayStation 3.
A grande estrela do jogo é a história
Nós estamos acostumados com games em que a história nos coloca no controle de um personagem que, por sua vez, nos faz “viver” as ações que se passam na tela. São poucos os títulos que em vez de usar essa identificação, contam uma história que nos faz nos importar com um personagem de um modo mais emocional, como acontece em diversos filmes.
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Beyond: Two Souls tem tudo para ser um jogo do segundo grupo, tendo um foco muito maior na sua história e como poderá mexer com o emocional dos jogadores, preferindo não ser um game cheio de momentos em que sua habilidade com o joystick define tudo.
A trama de Beyond: Two Souls está sendo revelada aos poucos pela Quantic Dream. O título mostrará Jodie, uma jovem interpretada pela atriz Ellen Page, desde os seus oito anos de idade. Jodie está ligada a uma entidade extracorpórea chamada Aiden. Essa ligação é a base para a mecânica do gameplay do jogo.
Ainda não se sabe exatamente quem é Aiden, apesar de David Cage tê-lo chamado de “fantasma” e ter desconversado em seguida, para evitar soltar algum spoiler. Segundo Cage, Beyond é um jogo sobre crescer, sobre como eventos da nossa vida podem moldar as pessoas que nós somos, sobre a vida e a morte. Palavras de efeito, mas que parecem mostrar a direção que a Quantic Dream seguiu durante a produção.
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O jogo deve mostrar Jodie desde a sua infância até sua vida adulta, chegando ao estado abatido e com a cabeça raspada que vimos em trailers. Um dos estágios, mostrado para jornalistas em Paris, apresenta a personagem desabrigada, morando na rua.
Essa parte, que foi solicitada para não ser descrita pelos profissionais, parece ter acertado o tom desejado, já que relatos apontam que todos ficaram emocionados com as cenas, chegando a gerar aplausos quando a demo chegou ao fim.
Um novo jogo. Uma nova engine
Muitos achavam que Beyond: Two Souls usaria a mesma engine de Heavy Rain, último projeto da Quantic Dreams, mas com algumas atualizações. Isso foi desmentido por David Cage, que contou que a engine do título foi criada do zero, revelando que ela traz novidades que só foram possíveis criar graças ao PlayStation 4.
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Cage contou que a Quantic Dreams teve acesso ao kit de desenvolvimento do novo console da Sony desde os primeiros estágios, o que possibilitou que a empresa criasse uma engine nova para ele. O curta-metragem Kara, lançado no ano passado, usou essa tecnologia.
Quando os desenvolvedores perceberam o poder do novo video game e o que poderiam fazer com ele, experimentos começaram a ser conduzidos e logo foi possível notar que uma versão da engine poderia ser transportada para o PS3, levando o console ao seu limite. É por isso que Beyond parece, em algumas imagens, como um jogo da nova geração.
O fim dos QTEs? Quase
Segundo David Cage, Beyond: Two Souls não terá quick time events, pelo menos não da maneira como estamos acostumados. Se você jogou Heavy Rain, sabe que, para toda ação mais agitada, apareciam instruções na tela para que você soubesse o que deveria fazer. Isso não existirá no novo game.
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A ideia é que o jogo se apresente de maneira mais intuitiva aos jogadores, trazendo apenas as informações necessárias. De acordo com Cage, Beyond: Two Souls terá tantos QTE quanto títulos como Tomb Raider e Uncharted 3.
Isso deve gerar diferenças na mecânica do jogo, que terá uma mistura de comandos com os analógicos do DualShock 3 durante momentos específicos. Esses momentos geralmente serão apresentados em câmera lenta, mostrando quando o jogador deverá ficar alerta para jogar.
Aiden, o fantasminha camarada
Apesar do subtítulo cretino, Aiden deverá ser um dos destaques de Beyond. Durante o jogo, você normalmente controlará Jodie, vendo tudo através de câmeras em terceira pessoa. Quando necessário, você pode mudar para Aiden, a entidade que anda com a personagem.
Essa mudança é traduzida pela mudança de visão, que agora se tornará em primeira pessoa. Com Aiden, é possível atravessar paredes, empurrar objetos, mostrar flashbacks de acontecimentos vivenciados por cadáveres e dominar o corpo de pessoas vivas. Durante as demonstrações para a imprensa, isso ficou bem claro durante a demo que mostra Jodie, ainda criança, sendo objeto de experimentos.
O vídeo, este que você vê logo acima, mostra como o jogo deve se comportar na sua versão final, mesmo Beyond: Two Souls estando ainda entre as fases Alpha e Beta de desenvolvimento.
O jogo mais ambicioso da Quantic Dreams
Durante a apresentação para os jornalistas, David Cage revelou que Beyond: Two Souls é o maior projeto de captura de movimentos para um game até o momento. Foram necessários 12 meses para gravar todas as 23 mil animações únicas dos mais de 300 personagens.
Segundo Cage, isso aconteceu para evitar o uso de “stock footage” no jogo. Na maioria dos games, é usado um banco de dados com animações básicas, como abrir uma porta. Sempre que ela precisa ser aberta, aquela animação é ativada. A Quantic Dreams não queria aquilo para o seu projeto.De acordo com os desenvolvedores, a ideia é que cada animação vista corresponda àquela cena. Todos os movimentos, atuações e vozes foram gravados durante a captura, proporcionando uma experiência mais completa.
Todos esses detalhes devem fazer com que Beyond: Two Souls também seja maior que Heavy Rain em sua duração. Apesar de o título ainda não ter sido finalizado, espera-se que ele tenha entre 12 e 15 horas de gameplay. Isso deve acontecer devido à maior ênfase em exploração de cenários do que a vista no jogo de 2010.
Beyond: Two Souls deve chegar às lojas apenas em outubro, o que pode fazer com que ele consiga evoluir ainda mais ou ser um game diferente desse apresentado à imprensa. Mesmo assim, fica difícil não se empolgar com este que deve ser um dos títulos mais aguardados pelos donos de PlayStation 3.
FONTE:http://www.baixakijogos.com.br/ps3/beyond-two-souls/previas/10174